Libro de Arena
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La República de la Luna

Et lux perpetua luceat eis

Porto da saudade

E o tempo a envolver-se em minhas sombras,

neste amor que me amarra

ao teu porto de mágoas,

ao meu porto de mágoas.

Dulce Pontes

Cai chuva do céu cinzento

Cai chuva do céu cinzento

Que não tem razão de ser.

Até o meu pensamento

Tem chuva nele a escorrer.

Tenho uma grande tristeza

Acrescentada à que sinto.

Quero dizer-ma mas pesa

O quanto comigo minto.

Porque verdadeiramente

Não sei se estou triste ou não,

E a chuva cai levemente

(Porque Verlaine consente)

Dentro do meu coração.

Poesías inéditas,

Fernando Pessoa


2 comentarios - Escribe aquí tu comentario

lo dijo Adosinda 4 Enero 2008 | 08:56 PM

Me fascina el idioma portugués. Llevo tres años estudiándolo y cada día me siento más feliz por haberlo escogido.Gracias por este hermoso poema.Un Saludo.

Un saludo.

lo dijo Portuguesiño 5 Enero 2008 | 03:58 PM

"Basta pensar em sentir

Para sentir em pensar.

Meu coração faz sorrir

Meu coração a chorar.

Depois de parar de andar,

Depois de ficar e ir,

Hei de ser quem vai chegar

Para ser quem quer partir.

Viver é não conseguir. "

Pessoa nos une...sintonizados* :)

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